A SAGA CREPÚSCULO

Esse blog é pra minha filha Lana Tyler, para que ela tenha sempre uma lembrança de uma fase super legal da vida dela...onde personagens de livros e filmes se transformam nos seus amores de verdade.
Ela ama a Saga Twilight e é totalmente Team Edward.
Tem fotos, trechos dos livros e fotos do Robert Pattinson que ela amaaaaaaaa.

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sexta-feira, 25 de dezembro de 2009

CREPÚSCULO - O BAILE


Posted by Picasa


TRECHOS DO LIVRO CREPÚSCULO - EPÍLOGO: UMA OCASIÃO

"Edward me ajudou a entrar no carro dele, sendo muito cuidadoso com os detalhes de
seda e chiffon, as flores que ele colocou nos meus cachos estilosamente elaborados, e
o grande gesso na minha perna. Ele ignorou a expressão de raiva da minha boca.
Depois que ele me ajeitou, ele foi para o banco do motorista e saímos pelo caminho
longo e estreito.
"Em que ponto você pretende me dizer exatamente onde estamos indo?", eu perguntei
fazendo beicinho. Eu odiava surpresas. E ele sabia disso.
"Eu estou chocado que você ainda não tenha descoberto". Ele jogou um sorriso de
zombaria na minha direção, e a minha respiração ficou presa na garganta. Será que
um dia eu ia me acostumar á perfeição dele?
"Eu mencionei que você está muito bonito, não mencionei?", eu verifiquei.
"Sim", ele sorriu largamente de novo. Eu nunca havia visto ele vestido de preto
antes,e, com o contraste na pela pálida dele, a sua beleza era absolutamente surreal.
Isso eu não podia negar, até o fato de que ele estava usando um smoking estava me
deixando nervosa.
Não tão nervosa quanto o meu vestido, ou o sapato. Só um sapato, já que o meu pé
estava seguramente preso no gesso. Mas o salto agulha, preso apenas pelos laços de
fita de cetim, certamente não iam me ajudar quando eu tentasse me movimentar.
"Eu não vou mais voltar se Alice continuar me tratando como a Barbie porquinho-daíndia
quando eu vier". Eu estorqui. Eu passei a melhor parte do dia presa no banheiro
estonteantemente grande de Alice, eu fui uma vítima desamparada enquanto ela
brincava de cabeleireira e maquiadora. Quando eu tentava escapar ou reclamava, ela
me lembrava que não tinha memórias de como era ser humana, e me pedia para não
atrapalhar a sua vigorosa diversão. Então ela me vestiu com um vestido ridículo - azul
escuro, cheio de detalhes e sem os ombros, com uma etiqueta francesa que eu não
consegui ler - um vestido que combinava mais com uma passarela do que com Forks."

"Eu fui distraída pelo som do telefone tocando. Edward puxou o telefone do bolso do
seu paletó, olhando brevemente no identificador de chamadas antes de atender.
"Alô, Charlie", ele disse cautelosamente.
"Charlie?", eu fiz uma careta.
Charlie tem sido... difícil desde o meu retorno á Forks. Ele compartimentou minha má
experiência em duas reações. Com Carlisle ele era quase idolatradamente grato. Por
outro lado, ele estava teimosamente preso á idéia de que era culpa de Edward -
porque se não fosse por culpa dele eu não teria ido embora de casa em primeiro lugar.
E Edward estava longe de discordar dele. Nesses dias eu estava tendo regras que
nunca tive antes: Toque de recolher... horários de visita.
Alguma coisa que Charlie disse fez os olhos de Edward crescer de descrença, e então
um grande sorriso apareceu no rosto dele.
"Você está brincando!", ele deu uma risada.
"O que é?", eu quis saber.
Ele me ignorou. "Porque você não me deixa falar com ele?" Edward sugeriu com um
prazer evidente. Ele esperou por um segundo.
"Olá, Tyler. Aqui é Edward Cullen". A voz dele estava amigável, na superfície. Eu
conhecia esse tom bem o suficiente pra ouvir a leve ponta de ameaça. O que é que
Tyler estava fazendo na minha casa? A horrível verdade começou a descer sobre mim.
Eu olhei novamente para o vestido inapropriado que Alice havia me forçado a usar.
"Eu lamento se houve alguma espécie de falta de comunicação, mas Bella não está
disponível essa noite". O tom de Edward mudou e a ameaça ficou de repente muito
mais evidente enquanto ele continuava.
"Pra falar a verdade, ela não estará disponível noite nenhuma, quando se tratar de
alguém que não seja eu mesmo. Sem ofensa. Eu lamento pela sua noite". Ele não
parecia lamentar nem um pouco. E então ele fechou o telefone com um estalo, um
grande sorriso no rosto dele."

""Você está me levando para o baile!", eu gritei.
Agora era embaraçosamente óbvio. Se eu estivesse prestando um pouco de atenção,
eu teria reparado a data nos cartazes que estavam decorando os prédios da escola.
Mas eu nunca sonhei que ele me submeteria a isso. Será que ele não me conhecia
nem um pouco?
Ele não estava esperando a força da minha reação, isso estava claro.
Ele pressionou os lábios e revirou os olhos. "Não seja difícil, Bella".
Meus olhos foram para a janela; nós já estávamos no meio do caminho para a escola.
"Porque você está fazendo isso comigo?", eu quis saber, horrorizada.
Ele fez um gesto para o smoking. "Sério, Bella, o que você achou que estivéssemos
indo fazer?"
Eu estava mortificada. Primeiro, porque eu não vi o óbvio. E também porque minha a
vaga suspeita - esperança, na verdade - do porque eu estivesse me arrumando o dia
inteiro, enquanto Alice me transformava numa Rainha da beleza, estavam muito
distantes da realidade.
As minhas esperanças pareciam muito bobas agora.
Eu achei que havia alguma ocasião brotando. Mas baile! Essa foi a última coisa que
passou pela minha cabeça."

"Estávamos na escola agora; o conversível vermelho de Rosalie era notável. As nuvens
estavam finas hoje, haviam alguns finos raios de sol escapando no céu á oeste.
Ele saiu e deu a volta no carro pra abrir minha porta. Ele levantou sua mão.
Eu fiquei teimosamente sentada no meu banco, com os braços cruzados, sentindo uma
punção secreta de presunção.
O estacionamento estava lotado de pessoas vestidas formalmente: testemunhas. Ele
não podia me remover á força do carro como já teria feito se estivéssemos sozinhos.
Ele suspirou. "Quando alguém tenta te matar, você é corajosa como um leão - e aí,
quando alguém menciona dançar...", ele balançou a cabeça.
Eu engoli seco. Dançar.
"Bella, eu não vou deixar nada te machucar - nem você mesma. Eu não vou largar de
você em hora nenhuma, eu prometo".
Eu pensei nisso e de repente estava me sentindo muito melhor. Ele podia ver isso no
meu rosto.
"Isso, agora", ele disse gentilmente. "Não vai ser tão ruim assim". Ele abaixou e
passou um dos braços pela minha cintura. Eu segurei a outra mão dele e ele me puxou
pra fora do carro.
Ele manteu o braço apertado ao meu redor, me segurando enquanto eu mancava em
direção á escola."

""Isso parece um filme de terror esperando pra acontecer", eu ri silenciosamente.
"Bem", ele murmurou enquanto nos aproximávamos da mesa dos ingressos - ele
estava carregando a maior parte do meu peso, mas eu ainda tinha que arrastar e
empurrar o meu pé para frente - tem mais vampiros presentes do que o necessário".
Eu olhei para o espaço de dança; um espaço grande havia se aberto no espaço, onde
dois casais rodopiavam graciosamente. Os outros dançarinos se empurravam nos lados
para dar espaço á eles - ninguém queria contrastar com o brilho deles.
Emmett e Jasper estavam intimidantes e indefectíveis em seus smokings. Alice estava
arrebatadora num vestido de cetim preto com detalhes geométricos que abriam
triângulos na sua pele branca da cor da neve. E Rosalie estava... bem, Rosalie. Ela
estava além da imaginação. Seu vívido vestido vermelho era aberto nas costas,
apertado na panturrilha onde se abria um detalhe flutuante, com um decote que ia do
seu pescoço até a cintura. Eu senti pena de todas as garotas presentes, eu mesma
incluída.
"Você quer que vá fechar as portas pra que você possa massacrar os moradores da
cidade sem levantar suspeita?", eu sussurrei conspirando.
"E onde é que você se encaixa nesse esquema?", ele olhou pra mim.
"Oh, eu estou com os vampiros, é claro".
Ele sorriu com relutância. "Qualquer coisa pra se mandar do baile".
"Qualquer coisa".

""Edward", minha garganta estava tão seca que eu quase não consegui sussurrar. "Eu
honestamente não posso dançar!", eu podia sentir o pânico borbulhando no meu peito.
"Não se preocupe, boba", ele sussurrou de volta. "Eu posso". Ele colocou meus braços
ao redor do pescoço dele e me levantou pra colocar os pés dele embaixo dos meus.
E então estávamos rodopiando também.
"Eu me sinto como se tivesse cinco anos de idade", eu sorri depois de alguns minutos
de rodopio sem esforços.
"Você parece ter cinco anos", ele murmurou, me puxando mais pra perto por um
segundo, assim meus pés ficaram á alguns centímetros do chão por alguns segundos."

"Mas Edward estava olhando na direção das portas, e o rosto dele aparentava raiva.
"O que foi?", eu me perguntei em voz alta. Eu segui o olhar dele, desorientada pelos
rodopios, mas eu finalmente vi o que estava incomodando ele. Jacob Black, não de
smoking, mas com uma camisa de mangas longas e de gravata, seu cabelo puxado pra
trás no seu rabo de cavalo de sempre, estava atravessando a pista em nossa direção.
Depois do primeiro choque do reconhecimento, eu não pude deixar de me sentir mal
por Jacob. Ele estava claramente desconfortável - dolorosamente desconfortável.
O rosto dele estava pedindo desculpas enquanto seus olhos encontravam os meus.
Edward rosnou bem baixinho.
"Se comporte" eu soprei.
A voz de Edward estava severa. "Ele quer conversar com você".
Jacob chegou até nós nessa hora, a vergonha e as desculpas ainda mais evidentes no
rosto dele.
"Ei, Bella, eu estava esperando que você estivesse aqui". Jacob soou como se ele
estivesse esperando exatamente o contrário. Mas o sorriso dele estava tão cálido como
sempre.
"Oi, Jacob", eu sorri de volta. "E aí?"
"Eu posso atrapalhar?", ele pediu tentadoramente, olhando pra Edward pela primeira
vez. Eu estava chocada de ver que Jacob nem precisou olhar pra cima. Ele já deve ter
crescido uns cinco centímetros desde a primeira vez que eu vi ele.
O rosto de Edward estava composto, sua expressão vazia. A única resposta dele foi me
colocar cuidadosamente nos meus próprios pés, e dar um passo pra trás.
"Obrigado", Jacob disse amigavelmente."

""Então,como é que você veio parar hoje?", eu perguntei realmente curiosa.
Levando em conta a reação de Edward, eu já podia advinhar.
"Você acredita que meu pai me pagou vinte pratas pra que eu viesse ao seu baile?",
ele admitiu, um pouco envergonhado.
"Sim, eu acredito", eu murmurei. "Bem, pelo menos eu espero que você aproveite,
pelo menos. Já viu algo que você gostasse?", eu caçoei, balançando a cabeça na
direção de um grupo de garotas alinhadas na parede com os enfeites.
"Sim", ele suspirou. "Mas ela está acompanhada".
Ele olhou pra baixo pra me olhar nos olhos só por um segundo - então nós dois
desviamos o olhar, envergonhados.
"Aliás, você está muito bonita", ele acrescentou, timidamente.
"Umm, obrigada. Então, porque Billy te pagou pra vir até aqui?" eu perguntei
rapidamente, apesar de já saber a resposta.
Jacob não pareceu agradecido pela mudança no assunto; ele desviou o olhar,
desconfortável de novo. "Ele disse que aqui seria um lugar 'seguro' pra conversar com
você. Eu juro que o velho está enlouquecendo".
Eu me juntei á risada dele fracamente.
"De qualquer forma, ele disse que se eu te dissesse uma coisa, ele me daria o cilindro
mestre que eu preciso", ele confessou com um sorriso envergonhado.
"Me diga, então. Eu quero que você termine o seu carro". Eu sorri de volta. Pelo
menos Jacob não acreditava em nada disso. Isso tornava a situação um pouco mais
fácil. Na parede, Edward estava olhando o rosto dele, seu próprio rosto estava sem
expressão. Eu ví uma garota do segundo ano com um vestido rosa olhar pra ele com
uma tímida especulação, mas ele não pareceu estar consciente da presença dela.
Jacob desviou o olhar de novo, envergonhado. "Não fique com raiva, tá?"
"Não tem jeito de eu ficar com raiva de você, Jacob", eu assegurei pra ele. "Eu não
vou nem ficar com raiva de Billy. Só diga o que você tem que dizer".
"Bem - isso é estúpido, me desculpe, Bella - ele quer que você termine com o seu
namorado. Ele me disse pra te pedir 'por favor'".
Ele balançou a cabeça com desgosto.
"Ele ainda é supersticioso, né?"
"É. Ele ficou... meio fora de sí quando você se machucou em Phoenix.
Ele não acreditou..." Jacob parou se sentindo embaraçado.
Eu revirei meus olhos. "Eu caí".
"Eu sei disso", ele disse rapidamente.
"Ele acha que Edward tem alguma coisa a ver com isso", eu não estava perguntando,
e independente da minha promessa, eu estava com raiva.
Jacob não me olhou nos olhos.
Nós não estávamos nem nos incomodando em nos mexer com a música, apesar das
mãos dele ainda estarem na minha cintura, e as minhas no pescoço dele.
"Olha, Jacob, eu sei que Billy provavelmente não vai acreditar nisso, mas só pra que
você saiba" - ele olhou pra mim agora, respondendo ao novo tom severo na minha voz
- "Edward realmente salvou minha vida. Se não fosse por Edward e seu pai, eu estaria
morta".
"Eu sei", ele aclamou, mas pareceu que as minhas palavras haviam afetado ele um
pouco. Talvez ele seja capaz de convencer Billy disso, pelo menos.
"Ei, eu lamento que você tenha que ter vindo fazer isso, Jacob", eu me desculpei. "De
qualquer forma, você ganhou as suas partes, não é?"
"É", ele ainda parecia estranho... chateado.
"Tem mais?", eu perguntei sem acreditar.
"Esqueça", ele murmurou. "Eu vou arrumar um emprego e conseguir o dinheiro
sozinho".
Eu olhei pra ele até que ele olhou pra mim. "Cospe logo, Jacob".
"É ruim demais".
"Eu não ligo. Me diga", eu insisti.
"Ok, mas, Deus, isso é ruim". Ele balançou a cabeça. "Ele disse pra te dizer, não, pra
te avisar, que - e são palavras dele, não minhas -". Ele levantou uma mão da minha
cintura e fez pequenos gestos no ar - "Ele estará observando". Ele esperou
timidamente pela minha reação.
Pareceu uma coisa de algum filme sobre a máfia. Eu ri alto.
"Eu lamento por você ter que fazer isso, Jake", eu ri silenciosamente.
"Eu não me importei tanto assim". Ele sorriu aliviado. Seus olhos estavam apreciativos
enquanto vasculhavam rapidamente o meu vestido. "Então, eu digo pra ele que você o
mandou cuidar dos assuntos dele?", ele perguntou esperançosamente.
"Não", eu suspirei. "Diga a ele que eu estou agradecida. Eu sei que as intenções eram
boas".
A música acabou, eu tirei meus braços.
As mãos dele hesitaram na minha cintura, e ele olhou para a minha perna engessada.
"Você quer dançar de novo? Ou eu posso te ajudar a ir a algum outro lugar?"
Edward respondeu por mim. "Está tudo bem, Jacob. Eu cuido dela".
Jacob vacilou, e olhou com os olhos arregalados pra Edward, que estava bem ao nosso
lado.
"Oi, eu não te vi aí", ele gaguejou. "Eu acho que a gente se vê por aí, Bella".
Ele deu um passo pra trás, acenando sem vontade.
Eu sorri. "É, a gente se vê depois".
"Desculpe", ele disse de novo antes de se virar para as portas."

""Não fique com raiva de Billy", eu suspirei. "Ele só se preocupa pelo bem de Charlie.
Não é nada pessoal".
"Eu não estou irritado com Billy", ele me corrigiu com uma voz entrecortada. "Mas o
filho dele já está me irritando".
Eu me separei pra olhar pra ele. O rosto dele estava sério.
"Porque?"
"Primeiro de tudo, ele me fez quebrar minha promessa".
Eu olhei pra ele confusa.
Ele deu um meio sorriso. "Eu prometi que não ia me separar de você essa noite", ele
explicou.
"Oh. Bem, eu te perdôo".
"Obrigado. Mas tem outra coisa". Edward fez uma careta.
Eu esperei pacientemente.
"Ele te chamou de bonita", ele finalmente continuou, sua careta ficando ainda mais
profunda. "Isso é praticamente um insulto, pelo jeito como você está hoje. Você está
muito mais que linda".
Eu sorri. "Eu acho que você está sendo influenciado".
"Eu não acho que seja isso. Além do mais, eu tenho uma ótima visão".

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