A SAGA CREPÚSCULO

Esse blog é pra minha filha Lana Tyler, para que ela tenha sempre uma lembrança de uma fase super legal da vida dela...onde personagens de livros e filmes se transformam nos seus amores de verdade.
Ela ama a Saga Twilight e é totalmente Team Edward.
Tem fotos, trechos dos livros e fotos do Robert Pattinson que ela amaaaaaaaa.

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sexta-feira, 25 de dezembro de 2009

CREPÚSCULO - BELLA VISITA OS CULLEN








Posted by Picasa


TRECHOS DO LIVRO CREPÚSCULO - CAPÍTULO 15 - OS CULLEN

"Parecia um milagre que ele estava lá, com os braços abertos ainda esperando por
mim. Ele veio me pegar, meu coração batendo erraticamente.
“Bem vinda de volta”, ele cochichou, me pegando nos braços.
Ele me embalou por algum tempo, até que eu reparei que as suas roupas estavam
trocadas, seu cabelo estava macio.
“Você foi embora?”, eu acusei, tocando o colarinho da sua camisa nova.
“Eu não podia sair daqui com as mesmas roupas que cheguei- o que os vizinhos iam
pensar?”
Eu fiz biquinho.
“Você estava profundamente adormecida; eu não perdi nenhum detalhe”, seus olhos
me vislumbraram. “Você só começou a falar hoje cedo”.
Eu gemi. “O que você ouviu?”
Seus olhos dourados ficaram suaves. “Você disse que me amava”.
“Você já sabia disso”, eu abaixei a cabeça.
“Foi bom ouvir, do mesmo jeito”.
Eu escondi minha cabeça no ombro dele.
“Eu amo você”, eu sussurrei.
“Você é minha vida agora”, ele respondeu simplesmente.
Não havia mais nada a dizer no momento. Ele nos balançou pra frente e pra trás
enquanto o quarto ficava mais claro."

"“O que está na agenda pra hoje?”, eu perguntei.
“Hmmm”, eu podia ver que ele estava tentando moldar sua resposta cuidadosamente.
“O que você diria de conhecer minha família?”
Eu engoli seco.
“Você está com medo agora?”, ele parecia esperançoso.
“Sim”, eu admiti; eu não podia esconder isso - ele podia ver nos meus olhos.
“Não se preocupe”, ele sorriu. “Eu vou te proteger”.
“Eu não estou com medo deles”, eu expliquei. “Eu estou com medo que eles... não
gostem de mim. Eles não vão ficar, bem, surpresos por você levar alguém...como eu...
pra casa pra conhecê-los? Eles sabem que eu sei deles?”
“Oh, eles já sabem de tudo. Eles fizeram apostas ontem, sabia?” - ele sorriu, mas sua
voz estava áspera- “Eles apostaram se eu ia te trazer do volta ou não, apesar de eu
não ter idéia do porque eles apostaram contra Alice. Sob qualquer perspectiva, nós
não temos segredos na minha família. Não é nem possível, já que eu leio mentes e
Alice vê o futuro e tudo mais”.
“E Jasper fazendo você ficar mais calmo quando você estava com vontade de botar
tudo pra fora, não se esqueça disso”.
“Você estava prestando atenção”, ele sorriu com aprovação."

"Então seus olhos voltaram pra mim, ele sorriu um sorriso de tirar o fôlego.
“E eu acho que você devia me apresentar ao seu pai também, eu acho”.
“Ele já te conhece”, eu lembrei ele.
“Eu quero dizer, como seu namorado”.
Eu encarei ele com um olhar suspeito. “Porque?”
“Não é esse o costume?”, ele perguntou inocentemente.
“Eu não sei”, eu admiti. Minha vida amorosa não havia me dado muitas referências.
Não que as regras de um namoro normal se aplicassem aqui. “Isso não é necessário,
sabe. Eu não espero que você... finja por minha causa”.
Seu sorriso estava paciente. “Eu não estou fingindo”.
Eu empurrei os restos do meu cereal nas bordas da tigela, mordendo meu lábio.
“Você vai dizer pra Charlie que eu sou seu namorado ou não?”, ele perguntou.
“É isso que você é?” Eu suprimi a alegria que tomava conta de mim por pensar em
Edward e Charlie e a palavra namorado juntas no mesmo lugar.
“Eu tenho que admitir que já não sou mais um garoto”.
“Na verdade, eu tinha a impressão de que você era algo mais”, eu confessei, olhando
para a mesa.
“Bem,nós não temos que massacrá-lo com todos os detalhes agora”. Ele se inclinou na
mesa para levantar o meu queixo com um dedo frio, gentil. “Mas ele precisa de alguma
explicação pra o motivo que eu fico aqui tanto tempo. Eu não quero que o Chefe Swan
me dê uma ordem de prisão”.
“Você vai ficar?”, eu perguntei. “Você vai ficar aqui mesmo?”
“Até quando você me quiser”, ele me assegurou.
“Eu sempre vou querer você”, eu avisei. “Pra sempre”."

"“Vá se vestir- eu vou esperar aqui”.
Foi difícil decidir o que vestir. Eu duvidava que houvesse algum livro de etiqueta que te dissesse o que vestir quando seu namoradinho vampiro te leva pra conhecer a família de vampiros dele. Era um alívio pensar na palavra sozinha. Eu sabia que eu afastava ela dos meus pensamentos intencionalmente por timidez.
Eu acabei colocando a minha única saia- longa, cor de khaki, mas casual. Eu coloquei a minha blusa azul que ele tinha elogiado. Uma rápida olhada no espelho me disse que
meu cabelo estava impossível, então eu fiz um rabo de cavalo."

"Eu não sabia o que esperar,mas definitivamente não era isso. A casa era antiga,
graciosa, e tinha provavelmente uns cem anos. Era pintada de um branco suave,
fraquinho, tinha três andares, era retangular e bem proporcionada. As janelas e portas faziam parte da estrutura original ou de uma restauração muito bem feita. Minha caminhonete era o único carro á vista. Eu podia ouvir um rio por perto, escondido pela obscuridade da floresta.
“Uau”.
“Você gostou?”, ele sorriu.
“Tem...um certo charme”."

"Esperando por nós, em pé no lado esquerdo da porta, num lado da sala que continha
um piano enorme e espetacular, estavam os pais de Edward.
Eu vi o Dr. Cullen primeiro, é claro, eu ainda não podia eixar de me chocar com a sua
juventude e perfeição ultrajante. Ao lado dele estava Esme, eu presumi, a única da
família que eu ainda não conhecia."

"imaginei que eles estavam tentando não me assustar.
“Carlisle, Esme”, a voz de Edward quebrou o curto silêncio. “Esta é Bella”.
“Seja bem vinda, Bella”, os passos de Carlisle eram medidos, cuidadosos enquanto ele
se aproximava. Ele ergueu sua mão tentadoramente. Eu dei um passo á frente para
balançar a mão dele.
“É bom vê-lo de novo, Dr. Cullen”
“Por favor, me chame de Carlisle”.
“Carlisle”, eu sorri pra ele, minha súbita confiança me surpreendeu. Eu podia sentir o alívio de Edward á meu lado.
Esme sorriu e também deu um passo á frente, vindo na direção da minha mão. O seu
aperto frio e forte foi exatamente como eu esperava.
“É muito bom conhecer você”, ela disse sinceramente.
“Obrigada. É bom conhecer você também”. E era mesmo. Era como conhecer uma
fada de contos- ou Branca de Neve, pela cor.
“Onde estão Alice e Jasper?”, Edward perguntou, mas ninguém respondeu, já que eles
apareceram no topo da escada.
“Ei, Edward”, Alice chamou entusiasmada. Ela correu escada abaixo, uma mistura de
cabelos pretos e pele branca, parando graciosamente na minha frente. Carlisle e Esme
olharam para ela com olhos cheios de avisos, mas eu gostei. Era natural- pra ela, pelo menos.
“Oi, Bella”, ela disse e se inclinou para me dar um beijo na bochecha. Se Carlisle e
Esme parecia assustados antes, agora eles estavam alarmados. Havia choque nos
meus olhos também, mas eu estava feliz por ela parecer me aceitar tão inteiramente.
Eu estava surpresa por sentir Edward tão rígido ao meu lado. Eu olhei para o rosto
dele, mas a sua expressão não me disse nada.
“Você realmente cheira bem, eu não tinha reparado antes”. Ela comentou, me
deixando totalmente envergonhada.
Ninguém mais parecia saber exatamente o que dizer, e então Jasper estava lá- alto e
leonino. Um sentimento de paz passou pelo meu corpo, e de repente eu estava
totalmente a vontade a despeito de onde eu estava. Edward olhou pra Jasper,
levantando um sobrancelha, e então eu lembrei do que Jasper podia fazer.
“Olá, Bella”, Jasper disse. Ele manteve a distância, sem me oferecer um aperto de
mão.
Mas era impossível se sentir mal perto dele.
“Olá, Jasper”, eu respondí timidamente pra ele, e depois para os outros- e vocês têm
uma casa linda”, eu comentei convenientemente.
“Obrigada”, Esme disse. “Estamos muito felizes por você ter vindo”. Ela falou cheia de sentimento, e então eu percebi que ela estava me achando corajosa."

"“Bem, toque pra ela”, Esme encorajou.
“Você acabou de dizer que ficar me mostrando era rude”, ele disse.
“Pra toda regra há uma exceção”, ela replicou.
“Eu gostaria de te ouvir tocar”, eu me ofereci.
“Está resolvido, então”, Esme empurrou ele na direção do piano. Ele me puxou com
ele, fazendo com que eu me sentasse ao seu lado no banco.
Ele me deu um olhar longo, exasperado antes de virar as chaves.
E então seus dedos flutuaram rapidamente nas teclas, e a sala foi ocupada por uma
composição tão complexa, tão luxuriosa, que era difícil acreditar que era tocada
apenas por um par de mãos. Eu senti meu queixo cair, minha boca ficou aberta de
pasmo, e eu ouvi gargalhadas atrás de mim por causa da minha reação.
Edward olhou pra mim casualmente, a melodia ainda soava ao nosso redor sem
intervalos, eu pisquei. “Você gosta?”
“Você compôs isso?”, eu gaguejei, entendendo tudo.
Ele afirmou com a cabeça. “É a favorita de Esme”.
Eu fechei meus olhos, balançando a cabeça.
“Qual é o problema?”
“Eu estou me sentindo extremamente insignificante”.
A música ficou mais devagar, se transformando em outra mais leve, e para a minha
surpresa eu reconheci a melodia da sua canção saindo da profusão das notas.
“Essa é inspirada em você”,ele disse suavemente. A música ficou insuportavelmente
doce.
Eu não conseguia falar.
“Eles gostam de você, sabe”, ele disse convencionalmente. “Especialmente Esme”."

"Eu suspirei. “Eles gostam de mim. Mas Rosalie e Emmett...” , eu parei, sem ter certeza
de como expressar minhas dúvidas.
Ele fez uma careta. “Não se preocupe com Rosalie”, ele disse, seus olhos estavam
grandes e persuasivos. “Ela vai aparecer”.
Meus lábios se contorceram ceticamente. “Emmett?”
“Bem, ele acha que eu sou um lunático, e é verdade, mas ele não tem nenhum
problema com você. Ele só está tentando apoiar Rosalie”.
“Porque é que isso aborrece tanto ela?” eu não tinha certeza de que queria saber a
resposta.
Ele deu um suspiro longo. “Rosalie tem mais problemas com... com o que você é. Pra
ela é difícil ter alguém de fora sabendo da verdade. Ela está comum pouco de inveja”.
“Rosalie tem inveja de mim?”, eu perguntei incrédula. Eu imaginei um universo onde a
Rosalie de tirar o fôlego, teria motivos pra ter inveja de mim.
“Você é humana”, ele ergueu os ombros. “Ela também queria ser”."

"“Carlisle e Esme?”, eu continuei rapidamente pra não deixar ele reparar.
“Eles estão felizes por me ver feliz. Na verdade, Esme não se importaria se você
tivesse três olhos e pés gigantes. Durante todo esse tempo, ela temeu por mim,
achando que eu estava perdendo algo essencial por conta da transformação, que eu
era jovem demais quando Carlisle me transformou... ela está radiante. Toda vez que
eu te toco ela fica prestes a explodir de alegria”."

"Eu deixei essa passar, olhando ao redor, meus olhos admirando de novo a sala
espaçosa.
Ele seguiu meu olhar. “Não é o que você esperava, não é?”, ele perguntou com uma
voz presumida.
“Não”, eu admiti.
“Sem caixões, sem caveiras empilhadas nos cantos; eu nem acho que temos teias de
aranha... que decepção isso deve ser pra você”. Ele continuou zombando.
Eu ignorei suas brincadeiras. “É tão clara... tão aberta”."

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