A SAGA CREPÚSCULO

Esse blog é pra minha filha Lana Tyler, para que ela tenha sempre uma lembrança de uma fase super legal da vida dela...onde personagens de livros e filmes se transformam nos seus amores de verdade.
Ela ama a Saga Twilight e é totalmente Team Edward.
Tem fotos, trechos dos livros e fotos do Robert Pattinson que ela amaaaaaaaa.

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sexta-feira, 25 de dezembro de 2009

CREPÚSCULO - EDWARD E BELLA SE BEIJAM


Posted by Picasa



TRECHOS DO LIVRO CREPÚSCULO - CAPÍTULO 13


""Não", ele continuou. "Eu estava pensando que há algo que eu quero tentar". E então
ele pegou meu rosto nas mãos de novo.
Eu não conseguia respirar.
Ele hesitou- não do jeito normal, do jeito humano.
Não do jeito que o homen hesita quando vai beijar uma mulher, pra ver a reação dela,
pra ver se ele seria recebido. Talvez ele hesitasse pra prolongar o momento, o
momento ideal da antecipação, que as vezes era melhor do que o beijo em si.
Edward hesitou pra se testar, pra ver se isso era seguro, pra ter certeza que ele ainda
poderia se controlar se precisasse.
E então seus lábios gelados, de mármore se pressionaram nos meus.
Nenhum de nós estava preparado para a minha resposta.
O sangue queimou embaixo da minha pele, queimou nos meus lábios.
Minha respiração saiu num suspiro selvagem.
Meus dedos se fecharam nos cabelos dele, apertando ele contra mim. Meus lábios se
abriram enquanto eu respirava o su cheiro forte.
Imediatamente eu senti ele se tornar uma pedra sem resposta sob meus lábios. Suas
mãos gentís, mas com uma força iresistível, afastaram meu rosto. Eu abri meus olhos
e vi a sua expressão cuidadosa.
"Ooops", eu respirei.
"Isso é uma declaração"
Seus olhos estavam selvagens, sua mandíbula estava fechada com uma força aguda,
mas nem isso modificou suas feições perfeitas. Ele segurou meu rosto a apenas alguns
centímetros do seu. Ele me fascinou com seus olhos.
"Será que eu posso...?", eu tentei me soltar, pra dar um pouco de espaço pra ele.
As mãos dele não permitiram que eu me movesse nem um centímetro.
"Não. Isso é intolerável. Espere um momento,por favor". Sua voz estava educada,
controlada.
Eu mantive meus olhos nos seus, observei enquanto a excitação neles se esvaia e eles
ficavam gentís.
Então ele deu um sorriso surpreendentemente travesso.
"Pronto", ele disse, obviamente satisfeito consigo mesmo.
"Tolerável?", eu perguntei.
Ele riu alto. "Eu sou mais forte do que pensava. É bom saber".
"Eu queria poder dizer o mesmo. Me desculpe".
"Você é apenas humana, no final das contas".
"Muito obrigada", eu disse."

TRECHOS DO LIVRO CREPÚSCULO - CAPÍTULO 14


"Ele sorriu com o seu sorriso baixo, musical. Ele sorriu mais hoje do que em todo o tempo desde que
nos conhecemos.
"Você parece mais... otimista do que o normal", eu observei. "Eu nunca te vi assim
antes".
"Não é assim que deve ser?", ele sorriu. "A glória do primeiro amor, e isso tudo. Não é
incrível, a diferença entre ler sobre uma coisa, ver em fotos, e experimentá-la?"
"Muito diferente", eu concordei. "Mais substancial do que eu pensava".
"Por exemplo"- suas palavras fluiam rapidamente agora, e eu tive que me concentrar
pra entender todas- "o sentimento de inveja. Eu já li sobre isso milhares de vezes, já vi
atores interpretando em milhares peças e filmes diferentes. Eu achei que compreendia
esse sentimento muito bem. Mas ele me chocou...", ele fez uma careta. "Você se
lembra daquele dia que Mike te convidou para o baile?"
Eu afirmei com a cabeça, apesar de lembrar daquele dia por um motivo diferente. "O
dia que você começou a falar comigo de novo".
"Eu me surpreendo com a pontada de ressentimento, quase de fúria, que eu sentínaquele
momento eu não reconheci. Eu estava mais nervoso que o normal e eu não
conseguia saber o que você estava pensando, porque você havia recusado o convite.
Era simplesmente pra preservar a amizade? Era alguma outra coisa? Eu sabia que de
qualquer jeito eu não tinha o direito de me importar. Eu tentei não me importar.
"E então a fila começou a se formar", ele gargalhou. Eu olhei zangada para a
escuridão.
"Eu esperei, rasoavelmente ansioso pra ver o que você diria pra eles, pra ver as suas
expressões. Eu não conseguia negar o alivio que estava sentindo, vendo a fúria no seu
rosto. Mas eu não podia ter certeza.
"Aquela foi a primeira noite que vim aqui. Eu lutei a noite inteira, enquanto via você
dormindo, com a brecha entre o que eu sabia que eracerto, moral, ético, e o que eu
queria."
"Eu sabia que se eu te ignorasse como devia, ou se fosse embora por alguns anos, até
que você fosse embora, você algum dia diria sim á Mike, ou alguém como ele. Isso me
deixou com raiva.
"E então", ele sussurou. "Você falou meu nome enquanto dormia. Você falou tão
claramente, que no início eu pensei que você tivesse acordado. Mas você virou para o
lado e murmurou meu nome mais uma vez, e suspirou. O sentimento que passou no
meu corpo nessa hora me deixou enervado, vacilante. E eu sabia que não podia mais
te ignorar".
Ele ficou em silêncio, provavelmente ouvindo as batidas descompassadas do meu
coração.
"Mas ciúme... é um sentimento estranho. Muito mais poderoso do que eu tinha
imaginado. E irracional! Agora mesmo, quando Charlie te perguntou sobre Mike
Newton...", ele balançou a cabeça com raiva.
"Eu devia saber que você estaria escutando", eu gemí.
"É claro".
"No entanto, aquilo te deixou com ciúmes?"
"Eu sou novo nisso tudo; eu estou ressucitando o humano que existe em mim, e tudo
é mais forte porque é tão novo".
"Mas honestamente", eu zombei. "Você ficou com ciúmes disso, depois que eu tive que
ouvir que Rosalie -Rosalie a encarnação pura da beleza - foi feita pra ficar com você.
Com Emmett ou sem Emmett, como é que posso competir com aquilo?"
"Não há competição". Seus dentes brilharam. Ele colocou as minhas mãos ainda presas
atrás das costas dele e me apertou contra seu peito. Eu fiquei tão rígida quanto pude,controlando até a respiração.
"Eu sei que não há competiçao". Eu murmurei no peito gelado dele. "Esse é o
problema".
"É claro que Rosalie é linda do jeito dela, mas mesmo se ela não fosse minha irmã,
mesmo se ela não estivesse com Emmett, eu não sentiria por ela nem um décimo,
nem um centésimo da atração que eu sinto por você". Ele estava sério agora,
pensativo. "Por quase noventa anos eu estive andando entre a minha espécie, e a
sua... todo o tempo pensando que estava bem sozinho, sem saber o que eu estava
procurando."
"E sem encontrar nada, porque você ainda não estava viva".
"Não parece muito justo", eu sussurei, meu rosto no peito dele, ouvindo sua respiração
entrando e saindo. "Eu não tive que esperar. Porque eu posso me safar tão
facilmente?"
"Você está certa", ele disse divertido. "Eu definitivamente devia tornar as coisas mais
difíceis pra você. Ele liberou a sua mão soltando meu pulso, só pra prendê-lo com a
outra mão. Ele alisou meu cabelo molhado suavemente, do topo da minha cabeça até
a minha cintura. "Você só tem que arriscar a sua vida a cada segundo que passa
comigo, isso com certeza não é muito. Você só tem que virar as costas para a sua
natureza, a sua humanidade... quanto isso vale?"
"Muito pouco- eu não me sinto privada de nada"
"Ainda não". E sua voz estava abruptamente cheia de aflição."

""Você tem certeza que não vai desaparecer de manhã?", eu queria ter certeza. "Afinal
de contas, você é uma criatura mística".
"Eu não vou te deixar", havia um tom de promessa na sua voz.
"Só mais uma, então, por hoje...". Eu corei. A escuridão não ia ajudar, eu sabia que ele
poida sentir o súbito calor na minha pele.
"O que é?"
"Não, esqueça. Eu mudei de idéia".
"Bella, você pode me perguntar qualquer coisa".
Eu não respondí e ele gemeu.
"Eu fico pensando que vai ser menos frustrante, não ouvir os seus pensamentos. Mas
então fica pior e pior".
"Eu me alegro que você não possa ouvir meus pensamentos. Já é ruim o suficiente que
você ouve o que eu falo no sono".
"Por favor?", a voz dele era muito persuasiva, quase impossível de resistir".
Eu balancei minha cabeça.
"Se você não me contar, eu vou simplesmente pensar que é muito pior do que
realmente é", ele ameaçou obscuramente. "Por favor?", de novo aquela voz
implorativa.
"Bem...", eu comecei, feliz que ele não podia ver meu rosto.
"Sim?"
"Você disse que Rosalie e Emmett vão se casar logo... esse... casamento... é como é
para os humanos?"
Ele riu silenciosamente agora, compreendendo. "É lá que estamos chegando?"
Eu me mexi, sem consegui responder.
"Sim, eu acredito que é a mesma coisa", ele disse. "Eu te disse, a maioria desses
desejos humanos estão lá, só que estão escondidos por desejos muito mais fortes".
"Oh", foi tudo que eu consegui dizer.
"Qual é o propósito por trás da sua curiosidade?"
"Bem , eu me pergunto... sobre você e eu... algum dia..."
Ele estava instantaneamente sério, eu podia dizer pela súbita rigidez do corpo dele. Eu
gelei também, reagindo automaticamente.
"Eu não acho que... que... seria possível pra nós".
"Porque seria demais pra você, se estivéssemos tão...perto?"
"Isso certamente seria um problema. Mas não era nisso que eu estava pensando. É só
que você é tão delicada, tão frágil. Eu tenho que comandar todas as minhas ações
quando estou perto de você pra não te machucar. Eu poderia te matar tão facilmente,
Bella, simplesmente por um acidente". Sua voz havia se transformado num leve
murmúrio. Ele mexeu sua palma geleda para colocá-la na minha bochecha. "Se eu
estivesse muito ansioso... se por um segundo eu não estivesse prestando atenção o
suficiente, eu poderia avançar, querendo tocar seu rosto, e amassar o seu crânio por
engano. Você não se dá conta do quanto é quebrável. Eu não posso me dar ao luxo de
perder o controle quando estou perto de você".
Ele esperou que eu respondesse, e ficou ansioso quando eu não respondi. "Você está
com medo?", ele perguntou.
Eu esperei um momento antes de responder, pra que as palavras fossem verdadeiras.
"Não, eu estou bem".
Ele pareceu pensar por um momento. "Contudo, eu estou curioso", ele disse, sua voz
leve de novo. "Você já...?", ele parou deliberadamente.
"É claro que não", eu corei. "Eu te disse que nunca sentí isso por ninguém antes, nem
perto".
"Eu sei. É só que eu sei os pensamentos das outras pessoas. E amor e luxúria nem
sempre andam acompanhados".
"Pra mim andam. Agora, de qualquer forma, que isso existe pra mim", eu suspirei.
"Isso é bom. Pelo menos, temos uma coisa em comum". Ele pareceu satisfeito.
"Seus instintos humanos...", eu comecei. Ele esperou. "Bem, você se sente atraído por
mim, nesse sentido, de alguma forma?"
Ele sorriu e fez o meu cabelo quase seco voar levemente.
"Eu posso não ser humano, mas eu sou homem", ele me assegurou."

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